terça-feira, 1 de novembro de 2011

Minas à Francesa

Nosso ingrediente da semana é o Queijo de Minas!
Claro que resolvemos buscar uma matéria especial sobre esse queijo tão delicioso!
Para saber mais sobre esse ingrediente, acesse: www.ateliergourmand.com.br



Feito numa casa na capital paulista, queijo bem brasileiro surpreende pela textura e sabor.

O interesse pela gastronomia brotou quando os amigos Bernardo Criscuolo e José Bernardo Ferber cursavam o Liceu Pasteur, escola franco-brasileira experimental da capital paulista, onde tinham contatos constantes com o mundo das panelas. Pesou, também, o DNA da ascendência framcesa do primeiro, da qual herdou uma tradição queijeira, e o interesse profundo pelo assunto, do segundo.

Daí para começarem a produzir o próprio queijo foi um pulo. Hoje, após três anos de tentativas e erros, quem prova o queijo Minas que fazem surpreende-se pela sofisticação do produto, legitimada à primeira mordida. E o que é o melhor, com identidade própria.

"Nosso trabalho segue as regras tradicionais de fabricação do queijo Minas, porém, com alterações que o deixam com sabor mais acentuado que o normal e muito mais cremoso, lembra até o Brie", afirma Bernardo.

De fato, o sabor é marcante e, após o corte da primeira fatia, seu interior apresenta-se mole, parecendo um foundant, mas sem perder a consistência. Parte do segredo, ele revela, começa na maturação, que é feita com a umidade do soro do queijo. Depois, a peça descansa nesse mesmo líquido, o que deixa a textura cremosa. Outro ponto importante é o tipo de leite usado - ele vem de uma fazenda no município de Salto (SP) que utiliza alimentação enriquecida no trato de seus animais. Por fim, a pasteurização. "Não usamos leite cru, e sim cloreto de cálcio e fermento lácteo, elementos típicos na receita original do queijo Minas", diz Bernardo.

A produção varia por volta de 100 a 105 peças, vendidas a R$15,00 cada e entregues porta a porta pelos próprios empreendedores, que só trabalham sob encomenda.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Cozinha do Sertão

Conheça o Chef Rodrigo Oliveira, que já ministrou vários eventos no Atelier Gourmand! Venha fazer seu evento com a gente!


Com sangue nordestino correndo em suas veias o Chef Rodrigo Oliveira, em seu restaurante Mocotó, conquistou o público ao ponto de ser eleito um dos 100 brasileiros mais influentes do ano, sendo o único Chef da lista.

Em uma entrevista ao Jornal Open, o chef mostra que, apesar de tudo que já conquistou, segue mantendo a humildade e o trabalho árduo para continuar levando a seus clientes o sabor da cozinha nordestina.

Open: Pra você, como é ter consquistado tanta fama e prestígio levando ao público o sabor da comida típica da terra de sua família? Você nunca teve vontade de trabalhar com outros tipos de cozinha?
Rodrigo: Falar da sua história, do seu chão é a melhor maneira de se ter propriedade sobre um tema. E com o Mocotó é assim, sertanejos falando de comida sertaneja. Quando olhamos para os nossos ingredientes e nosso repertório culinário, o fazemos sem dar as costas ao mundo. Pelo contrário, estamos sempre procurando referências que possam ser agregadas à nossa cozinha.

Qual a sua relação com o Nordeste?
Sou filho de nordestinos sertanejos e passei boa parte da minha infância por lá. Ainda hoje boa parte da família dos meus pais está por lá e sempre que posso vou lá para visitá-los e fazer pesquisas. Tenho certeza de que só poderemos ter uma grande cozinha nacional se entendermos e excedermos a cozinha regional.

Como é a sensação de ser eleito um dos 100 brasileiros mais influentes pela Revista Época, e ainda o único chef da lista?
Foi uma grande surpresa e, pra mim, só faz sentido essa indicação se pensarmos que foi motivada pelo nosso pioneirismo em defender e evoluir a cozinha regional, a cozinha sertaneja. Conheço muitos cozinheiros mais talentosos que eu, mas não é meu papel questionar a indicação, né?

Como foi a parceria com o Azeite de Oliva Espanhol e a criação das receitas para o E-BOOK?
Já estamos usando os azeites espanhóis há algum tempo no restaurante e fazer o e-book foi um grande prazer. É ótimo poder mostrar como o azeite é universal.

Essa é para quem ainda não conhece o Mocotó: o que o paulistano pode esperar ao visitar a casa?
Boa comida e boa acolhida.

O que planeja para um futuro próximo, tanto para o Mocotó quanto para sua carreira como chef?
Estamos apenas começando, o melhor está por vir!


Chef Rodrigo Oliveira em um dos eventos do Atelier Gourmand:






terça-feira, 11 de outubro de 2011

Os novos brigadeiros


O brigadeiro tradicional, feito com gemas, chocolate em pó e leite condensado, está em via de extinção. Pelo menos é o que parece, diante das releituras de formatos, ingredientes e até adereços. Novos tempos, novos sabores e novos preços.

A última novidade são as "jóias" criadas pela Brigadeiros by Cousin's. O brigadeiro de ouro leva pó e pétalas de ouro comestível; o de diamante, traz uma pedra brilhante feita de açúcar. Custam, respectivamente, R$48,90 e R$51,90 a unidade.

A receita tradicional também ganha mais tempo na panela pelas mãos da doceira Juliana Motter, da Maria Brigadeiro, transformando-se num caramelo de brigadeiro. As balas vêm dentro de um minibaleiro e custam R$45,00 (10 unidades). Já a carioca Louzier Lessa lança os brigadeiros de goiaba (R$1,80) e o de milho verde (R$2,00).

(Matéria da Revista Menu)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mercado Municipal Paulistano


O melhor sanduíche de mortadela, pastéis, bolinhos de bacalhau, chopp gelado e muitas frutas exóticas são os destaques do Mercado Municipal, mas conhecido como "Mercadão".

Inaugurado em 1933, o Mercadão foi construído para substituir o mercado velho que ficava na Rua 25 de Março, local onde os ambulantes vendiam de tudo. Hoje, é um dos principais pontos turísticos da capital.

Conhecido por sua riqueza gastronômica, o Mercadão abriga cerca de 300 boxes e recebe, aproximadamente, 50 mil pessoas por semana. Lá se encontra de grãos a chocolates, frutas a embutidos, passando por vinhos, doces, queijos, carnes e temperos.

Com uma área de 12.600 metros quadrados e um acabamento sofisticado, o local possui um mezanino de dois mil metros quadrados, destinado à praça de alimentação, que sempre fica cheia aos finais de semana.

Além de shows, apresentações teatrais, feiras de artesanato e eventos diversos, há aulas de culinária e outros eventos ligados à gastronomia no Mercado Gourmet, uma cozinha equipada e liderada pelo Chef Alex Caputo que dá aulas no Atelier Gourmand.

Além disso, o Atelier e Alex Caputo promovem visitas ao Mercadão no Sábado Gourmand. Confira em nosso site: www.ateliergourmand.com.br

(matéria da revista Free São Paulo)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Quinoa, o poderoso grão


Não é por acaso que a quinoa alcançou o reconhecimento da ONU como um dos alimentos mais completos do planeta, ao reunir uma grande concentração de aminoácidos essenciais, fibras, proteínas e vitaminas, além de substâncias relacionadas ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e à funções como a memória e o aprendizado.

O vegetal, cultivado nas regiões andinas há pelo menos 5 mil anos, é produzido principalmente na Bolívia, o maior fornecedor mundial. O poderoso grão previne doenças como o câncer de mama, osteoporose e problemas cardíacos, bom como aumenta a imunidade do organismo e a capacidade de recuperação dos tecidos. É também indicado para dietas de perda de peso, por conter fibras que regulam o intestino e aumentam a sensação de saciedade.

Rica e balanceada, além de suas proteínas únicas, a quinoa também fornece açúcares, óleos ricos em ácidos linoléicos, fibras, minerais e vitaminas. Fácil de digerir, a quinoa é um alimento leve, de fácil digestão, em comparação a grande maioria dos outros grãos. Além de ser livre de glúten, o que a torna o alimento apto para celíacos.

Fácil e simples de preparar, um prato feito à base de quinoa leva 15 minutos para ser feito. Além disso, o alimento pode substituir quase qualquer outro grão em muitas receitas. Tem um gosto delicioso e pode ser usado para preparar desde pratos principais até saladas.

A leveza da quinoa combinada à sua versatilidade em pratos frios como saladas e sobremesas, fazem dela uma fonte ideal de nutrição.

Inclua a quinoa em seu cardápio!

(Revista Free São Paulo)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Comer e Beber em New Orleans

Apaixonado por jazz, blues e pela boa gastronomia, o músico polivalente, Ed Motta, revela suas melhores dicas da capital mundial do jazz!

Martinique Bistro: Comida francesa deliciosa com toque caribenho. Não deixe de provar o mexilhão preparado com vinho branco.


Commander's Palace: Um dos restaurantes mais lendários da cidade, está localizado em um casarão incrível no Garden District.


Herbsaint: Além da cozinha assinada pelo premiado Chef Donald Link, a dica tem janelões de vidro que são perfeitos pra ver o movimento da Avenida Saint Charles.


August: Sofisticado, o restaurante oferece culinária francesa contemporânea e ingredientes frescos em um prédio histórico do século 18.



Café Amelie: O pátio, romântico e superarborizado, é o destaque do local em pleno French Quarter. Além dos pratos, há sanduíches e coquetéis deliciosos.



(Matéria da Revista Joyce Pascowitch)



quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Popelini e suas carolinas


Na próxima visita a Paris, esqueça os famosos macarons. A dica é conhecer a charmosa Popelini, nova doçaria da cidade que serve exclusivamente choux à la crème, mais conhecidos por aqui como "carolinas".

Todos os dias, uma grande variedade dos pequeninos doces é preparada pela dona da ideia, Lauren Koumetz, e uma equipe de chefs de pâtisserie que tem no currículo passagem pela tradicional Ladureé.

Entre os sabores, baunilha de Madagascar, rosa, caramelo de manteiga salgada e por aí vai. Ótima dica para abastecer as energias durante o passeio pelo bairro do Marais.

(Revista Joyce Pascowitch)